terça-feira, fevereiro 28, 2006


A Mangueira e a Beija-Flor que me desculpem, mas a Unidos da Tijuca foi a melhor mais uma vez. Se não levar, será apenas por uma opção conceitual dos jurados. E quem não seguir os passos da Tijuca tende a seguir o caminho da Portela, de viver apenas de tradição...

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

MAIS CAUBÓIS GAYS...

Agora, em versão lego

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Tarde de domingo na Lagoa
















Uma caixa de chocolates e uma garrafa de vodka


Esse foi o lanchinho do Mick Jagger pós-show em Copa. Básico, não?

segunda-feira, fevereiro 20, 2006


Eu estava lá naquele pontinho amarelo. Infelizmente, não consegui achar na foto os demais picadinhos. Mas tenho certeza que vocês também participaram de algo.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Martaxa

Da série "Como chamar a Marta de perua com classe, ainda que com muitas voltas e com voz de patinho".

http://www.igmediacenter.ig.com.br/mediaibox/get_pointer.aspx?MMEDIA=14856&fp=31502626133117R1911

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

SER OU NÃO SER (ESPUMA)

Domingo foi aniversário da minha sobrinha mais velha, Maria Eugênia, a mocinha mais linda que já apareceu neste blog (desculpa aí, Édson). Entre os presentes que a moça ganhou, dois merecem atenção. Um, o CD da Floribella, que ela já decorou todas as músicas e coreografias. Uma das letras diz:

Pobre dos ricos que tanto tem
Mas pra que serve tanto dinheiro?
Faltam os sonhos
Falta vontade
Faltam o tempo e a liberdade
Vivem com medo de perder algo
Sobra arrogância, sobra ganância
Faltam o tempo e a esperança
Faltam a brisa e o sol da manhã
Pobre dos ricos que não conhecem toda magia da liberdade

Não tenho nada e tenho tenho tudo
Sou rico em sonhos e pobre pobre em ouro
Do que me importa se todo esse dinheiro
Não compra amigos, estrelas o amor verdadeiro

Eu tenho sorte porque sou pobre
Me sobra tempo, me sobram sonhos
Tenho de sobra sonhos e garra
E muita esperança para conquistar

Fiquei em dúvida se devo deixar ela acreditar nessa patacoada. Mas esse lado da educação é pros pais, né?

Meu presente foi um livro. "Meu primeiro livrinho de contos de fadas", com versões super-reduzidas de uma dezena dos principais contos, tipo Rapunzel, Cinderella. Ela adorou e volta e meia vinha com o livro na mão pedindo pro tio contar uma história. Comecei com "A Pequena Sereia", de Hans Cristian Andersen.

Se alguém não conhece, aí vai um resuminho básico:

Era uma vez uma pequena sereia que, ao completar 15 anos, ganhou o direito de conhecer a terra. Ela foi, ficou encantada, parou numa praia e viu um príncipe morrendo afogado! Foi lá, salvou o moço e largou ele numa praia. Quando acordou, o príncipe estava do lado de uma princesa e achou que ela tinha o salvado. Se apaixonou (esse povo se apaixona fácil, né?)

A sereia, tadinha, também ficou apaixonada. Mas se tocou que não conseguiria fazer o príncipe ficar afim dela por conta daquele rabo de peixe horrível. Mulheres apaixonadas, como bem sabe Manoel Carlos, são capazes de tudo. E lá foi ela atrás de uma bruxa, que fez a seguinte proposta: "eu tiro o seu rabo e te dou pernas. Mas, se o príncipe não se apaixonar por você, você vai virar espuma!". Ela, claro, topou!

Foi atrás do príncipe que gostou dela e etc, mas... Viraram amigos. Nada do príncipe querer a ex-sereia! Desesperada, a sereia foi atrás das irmãs e contou o drama. As irmãs deram a solução: "Vá lá e mate o príncipe. Assim ele não se apaixona por ninguém e vc escapa de virar espuma"

Ela ficou em dúvida.

Nessa hora, virei pra minha sobrinha e perguntei: E você? O que faria? Mataria o príncipe que você gosta tanto ou viraria espuma?

Ela não demorou nem dois segundos: "Mataria o príncipe, né tio?"

Tentei argumentar... Disse que era um absurdo ela matar o príncipe que tanto amava, que era ruim matar os outros, que seria um absurdo ela ficar com esse remorso pro resto da vida.

Ela foi seca: "Não. Não. Eu não quero virar espuma!"

O conto termina com uma moral esquisita. A sereia não mata o príncipe e vira espuma. Mas uns anjinhos vão lá, salvam ela, levam para o céu e dizem que, se ela tiver 300 anos de bom comportamento, voltará para os mares.

Fiquei ali pensando se não valia a pena ela matar o príncipe, ir para o presídio feminino, tomar uns quinze anos de pena, tentar uma fuga ou sair antes por bom comportamento (que seria bem mais fácil que ter 300 anos de bom comportamento vigiada por um monte de anjinhos...)

quarta-feira, fevereiro 01, 2006
















A pequena dekassegui

Como o André mostrou as sobrinhas dele (que são lindas) aqui no blog, quero mostrar a minha também. Me desculpem pela corujice.
O nome dela é Aiko e vai fazer um ano e 11 meses no dia 02 de fevereiro. Ela mora no Japão com meu irmão e a mulher dele.

Domingo (segunda-feira lá) recebi um e-mail da minha cunhada que aí sim eu quase chorei.
"Deus é pai mesmo e nossa senhora mãe. Hoje a Aiko já foi p/ escolinha
sem chorar, foi sentada e dando bye-bye. Eu até chorei. Antes de ir ela me
abraçou forte. É mesmo meu anjinho."
É que todos os dias às 6h o diretor da escolinha pega a Aiko em casa, dá carona para ela.
Os pais trabalham na fábrica até 21h e só então vão buscá-la.

A fotos são dela acordando de manhã, em Nagano, no norte do Japão. A temperatura estava em menos cinco graus. Semana passada eles mudaram de lá, foram para uma cidade mais ao centro, onde é menos frio.