segunda-feira, setembro 12, 2005

Cinco dias que abalaram Bangu

Nem o chiclete no cabelo do Márcio, nem a cena do André se dando por satisfeito da sua imersão antropológica na Mangueira após meros oito passos na viela ou do Edson cheio de dedos e sentimento de culpa na hora de dar um agrado ao porteiro. Muito menos o mistério em relação a quilometragem do pedômetro da Helena ou então sobre o número de gelérias compradas. Até mesmo a minha performance estourando o lustre ou a cara de espanto da Lyara ouvindo outras me chamando de Dadá foram episódios menores. Pra mim, a cena síntese desses dias de agitação e que traduz o bem que uma cidade como o Rio e a companhia do grupo são capazes de fazer foi a dor de dente do Gurgel. Quando ele chegou, não falava em outra coisa. Nos dois dias seguintes, continuou reclamando mas decidiu que iria beber do mesmo jeito. Eis então que chega a Helena e o resto dos picadinhos e não se falou mais no assunto. Aposto um queijo (até mais de um) que o dente dele já voltou a doer.

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