terça-feira, junho 22, 2004

Primeiro dia no Rio, casado e repórter iG

Tudo indicava que seria um dia tranqüilo. Reconhecimento de território, ressaca de lua de mel, configuração de computador, organização da agenda. No apartamento, a esposa empenhada arrumava a casa e prometia até a produção do primeiro jantar de casados para o seu maridinho. Mas eis que o carma de repórter velório falou mais alto.
Quando a redação de São Paulo ligava para perguntar se eu tinha informações sobre a internação do Brizola, a nota já estava sendo escrita.
Pelo que apurei, senti que o caso era grave e ele poderia bater as botas a qualquer intante. Completei a nota, passei os telefones de contato para SP e avisei para me ligarem se acontecesse alguma coisa.
Eis que chego em casa, esposinha cheirosa me esperando, mesa sendo posta e entra o plantão do Jornal Nacional. Ao mesmo tempo toca o meu celular. E lá vou eu para cobrir mais um velório no meu primeiro dia de repórter iG no Rio. Como nos meus primeiros dias de iG em São Paulo, fui para a pauta de busão e pior, voltei andando pois esqueci minha carteira em casa. Sorte que o hospital ficava a cinco quadras de casa.
Enfim, após Covas, Celso Daniel, Comandante Rolim, Villas-Boas, Rogério Sganzerla e todos esses outros defuntos dos últimos tempos, mais um velório para meu currículo de jornalista urubu.
Saravá!!!

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