terça-feira, maio 23, 2006

MASMORRA, TOALHAS E VIA DUTRA

De novo, eu com meus sonhos. Vivo tentando encontrar alguma explicação ou interpretação convincente, mas não acho nada.

O de hoje foi simplesmente genial.

Estava dentro de uma igreja, assistindo a uma missa (coisa que não faço há uns 10 anos). Missa meio estranha, com caráter de homenagem pra algum morto importante. Tinha até um ar político, como se fosse um protesto. Tanto que, em um momento, um padre começou a acender umas velas em homenagem a algumas pessoas.

Quando elas estavam todas acesas, apareceu um chefão da igreja, daqueles que dão medo, tipo o Cardeal Richilieu daquele desenho que o Dartagnan era um cachorro...






O tal cardeal chegava, todo mundo ficava em silêncio. E ele começava a apagar as velas, uma por uma, para revolta silenciosa dos presentes.

Silenciosa não! Eu me indignei.

- Filho da puta – gritei.

O cardeal se virou pra mim, me puxou pelo braço e disse:

- Você vem comigo.

Todos os presentes me olham com cara de ‘coitado-esse-vai-se-ferrar-muito”

Aí eu fiquei tentando convencer o cara de que eu tinha razão, etc, mas não teve jeito. Fui condenado a dois meses na masmorra. Acordei tentando fugir dos guardas que queriam me levar pra lá.

Nas últimas semanas, tive outros bem estranhos. Um em que minha ex-terapeuta fazia uma sessão comigo no banheiro (eu pedia pra ela me passar a toalha e ela ficava lá ouvindo minhas coisas do outro lado do box). E outro em que eu me dava conta que tinha que voltar do Rio de Janeiro pra São Paulo de carro às 18h do dia 31 de dezembro... E não achava a chave do meu carro...

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